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Métodos Hormonais vs Naturais

Na escolha de um método de planeamento familiar, é comum surgir a dúvida sobre qual a melhor abordagem: Métodos Hormonais ou Métodos Naturais? Ambos têm vantagens e limitações, e o ideal é compreenderes as suas diferenças para que possas tomar decisões mais alinhadas com a tua saúde, valores e estilo de vida! Os Métodos Hormonais, como a pílula anticoncecional, o adesivo, o anel vaginal, o DIU hormonal e a injeção, envolvem o uso de hormonas sintéticas que alteram o ciclo natural do teu corpo. Estes métodos atuam principalmente através da combinação de estrogénio e progesterona sintéticos (ou apenas progesterona, em alguns casos) para inibir a ovulação, tornar o muco cervical mais espesso e/ou alterar o revestimento do útero, de modo a impedir a fertilização e a implantação do óvulo. Os Métodos Naturais, também conhecidos como métodos de fertilidade natural ou métodos de observação do ciclo, baseiam-se na observação dos sinais corporais ao longo do ciclo, como a temperatura basal, o muco cervical e as alterações do colo do útero, para identificar as fases férteis e inférteis. Durante os dias férteis, podes optar por evitar relações sexuais ou usar métodos de barreira se não desejares uma gravidez. Se estiveres a tentar engravidar, deves aproveitar este período fértil.   Métodos Hormonais Métodos Naturais Eficácia Alta (>99% com uso perfeito, cerca de 91% com uso típico) Alta (método sintotérmico do Sensiplan: 99.6% com uso perfeito, 98.2% com uso típico) Interferência Hormonal Sim, altera o ciclo natural com hormonas sintéticas Não, respeita o ciclo natural e mantém o corpo em sintonia Conhecimento do Ciclo Não permite observar o ciclo natural Promove auto-conhecimento e entendimento do ciclo Efeitos Secundários Possíveis efeitos colaterais como náuseas, dores de cabeça, aumento de peso e risco cardiovascular Sem efeitos secundários hormonais Acesso e Custo Pode exigir receita médica e ter um custo contínuo, com despesas regulares Geralmente mais acessível, embora possa ter custos iniciais com formação e monitorização Exigência Menos disciplina diária, mas exige uso correto (ex. tomar a pílula diariamente) Alta, com observações diárias e rigor na prática   A escolha entre métodos hormonais e naturais é muito pessoal e deve considerar os teus objetivos de saúde, estilo de vida e valores pessoais. Queres evitar hormonas sintéticas? Estás disposta a aprender a observar os sinais do teu corpo? Preferes um método com menos exigência de monitorização? Seja qual for a tua escolha, o mais importante é ter informação e considerar consultar profissionais de saúde para orientação.  

4 Mitos sobre métodos de Fertilidade Natural

A fertilidade natural é um tema rodeado de muita curiosidade, mas também de mitos e desinformação. Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a eficácia dos métodos naturais para engravidar ou evitar a gravidez, além de questionarem a fiabilidade destes métodos em comparação com os anticoncecionais hormonais e artificiais. Descobre alguns destes mitos neste artigo, e toma decisões mais informadas sobre a tua saúde feminina!   Mito 1: “Métodos naturais de fertilidade não são fiáveis.” Muitos acreditam que os métodos de fertilidade natural são ineficazes ou arriscados, mas a realidade é que, quando seguidos corretamente, estes métodos podem ser tão fiáveis quanto os anticoncecionais artificiais. Métodos baseados na observação de sinais do corpo, como o Sensiplan, têm eficácia comprovada, com taxas de sucesso que podem chegar a mais de 98% para evitar a gravidez. A taxa de eficácia do método depende diretamente da precisão com que é aplicado e da consistência nas observações.   Mito 2: “Os métodos de fertilidade natural só funcionam para mulheres com ciclos regulares.” Este é um dos mitos mais comuns. Muitas pessoas acreditam que, se o ciclo menstrual de uma mulher não for regular, os métodos naturais não funcionarão. No entanto, a maioria dos métodos de fertilidade natural baseia-se na observação dos sinais do corpo, que ocorrem independentemente de o ciclo ser regular ou não.   Mito 3: “A fertilidade natural é só para mulheres que querem engravidar.” Embora a fertilidade natural seja amplamente utilizada por mulheres que desejam engravidar, ela também é eficaz para evitar a gravidez. Muitos casais utilizam métodos como o Sensiplan para monitorizar os períodos férteis e inférteis do ciclo, podendo evitar a gravidez sem recorrer a métodos artificiais. Além disso, o conhecimento sobre a fertilidade natural promove o auto-conhecimento e permite que as mulheres compreendam melhor o seu corpo, o que é valioso em qualquer fase da vida reprodutiva, seja para conceber ou não.   Mito 4: “Os métodos de fertilidade natural são muito complicados de aprender.” No início, o processo de aprendizagem de um método natural de monitorização de fertilidade pode parecer complexo, mas, com a prática, torna-se uma rotina simples. Existem métodos, como o Sensiplan, que oferecem um sistema claro e organizado para acompanhar os ciclos, com a ajuda de gráficos e instruções precisas. Com paciência e dedicação, a observação dos sinais de fertilidade torna-se parte da tua rotina.   Conhece o Teu Corpo e as Tuas Opções Os mitos em torno da fertilidade natural podem ser facilmente desfeitos quando entendemos a ciência por trás dos métodos e os benefícios que eles oferecem. Se estás à procura de uma forma mais consciente de planear ou evitar uma gravidez, a fertilidade natural pode ser a escolha ideal para ti. Além de ajudar no controlo da fertilidade, estes métodos promovem o auto-conhecimento e uma conexão mais profunda com o teu próprio corpo, alinhando-se com práticas de saúde holística.   Queres saber mais? Segue-me no Instagram para mais dicas práticas sobre fertilidade natural, saúde holística, e como adotar um estilo de vida mais saudável e consciente. Pronta para iniciares a monitorização da tua fertilidade de forma natural, JÁ HOJE? Entra em contacto comigo ou marca já a tua sessão.

Sabias que o Cérvix também te dá pistas sobre a tua Fertilidade?

O corpo da mulher tem formas incríveis de comunicar os seus ciclos naturais! Para além do muco cervical e da temperatura corporal basal, também o colo do útero (cérvix) se transforma ao longo do ciclo menstrual. O colo do útero, ou cérvix, é a parte inferior do útero que liga à vagina. Apesar de ser uma parte interna do corpo, é possível sentir e observar algumas das suas mudanças. Ao longo do ciclo menstrual, o cérvix passa por alterações em altura, firmeza e abertura. Estas mudanças são influenciadas pelas flutuações hormonais que ocorrem à medida que o corpo se aproxima da ovulação e, mais tarde, na fase lútea (pós-ovulatória). Durante a Fase Menstrual: Posição: O cérvix encontra-se geralmente mais baixo, tornando-se relativamente fácil de tocar com o dedo. Textura: Sente-se firme, como a ponta do nariz. Abertura: Está ligeiramente entreaberto para permitir a saída do fluxo menstrual. Na Fase Folicular (Pré-Ovulatória): Posição: Sobe lentamente na vagina, tornando-se mais difícil de alcançar. Textura: Começa a ficar mais suave. Abertura: Após o fim da menstruação, o cérvix está geralmente fechado, abrindo-se ligeiramente à medida que a ovulação se aproxima, em resultado do aumento dos níveis de estrogénio. Durante a Ovulação: Posição: O colo do útero encontra-se alto, por vezes tão alto que se torna difícil de sentir. Textura: Fica bastante suave, como os lábios ou os lóbulos da orelha. Abertura: O cérvix encontra-se aberto para facilitar a passagem dos espermatozoides. É o momento em que o corpo está mais recetivo à conceção. Na Fase Lútea (Pós-Ovulatória): Posição: Desce novamente, ficando mais baixo. Textura: Torna-se firme, semelhante à fase menstrual. Abertura: Fecha-se para proteger o útero.   Para monitorizar as alterações do colo do útero, podes aprender a senti-lo com os dedos, preferencialmente à mesma hora todos os dias. Ao longo de alguns ciclos, irás começar a reconhecer os teus padrões e associá-los à tua fase fértil. Este método natural é um passo importante no caminho do autoconhecimento e da saúde reprodutiva. Seja para tentar engravidar ou simplesmente para entender melhor o teu ciclo, observar as mudanças no cérvix, aliado a outros sinais (como a temperatura corporal basal), pode dar-te um controlo mais natural sobre a tua fertilidade. Ao longo do tempo, esta prática torna-se uma parte intuitiva da tua rotina, ajudando-te a entender melhor os teus ciclos e a tua saúde.

Sabias que a tua temperatura corporal pode dizer muito sobre a tua fertilidade?

O Que é a Temperatura Basal do Corpo? A temperatura basal do corpo é a temperatura mais baixa que o teu corpo atinge em repouso, geralmente medida logo pela manhã, antes de te levantares ou realizares qualquer atividade. Ao acompanhar esta temperatura diariamente, podes identificar as mudanças hormonais que ocorrem ao longo do ciclo menstrual, em particular a ovulação, ajudando-te a perceber os teus dias férteis.   Como a TBC Está Relacionada com a Fertilidade? Durante o ciclo menstrual, os níveis hormonais variam, o que afeta diretamente a TBC: Antes da Ovulação (fase folicular): a temperatura corporal basal mantém-se relativamente baixa. Após a Ovulação (fase lútea): a produção de progesterona aumenta, o que provoca uma subida sustentada da TBC. Este aumento marca o início da fase lútea, o período pós-ovulação. A TBC permanece elevada até ao final do ciclo. Se não houver gravidez, os níveis de progesterona caem, e a temperatura desce novamente, marcando o início de um novo ciclo com a menstruação.   Limitações da TBC Embora a medição da TBC seja um excelente método para confirmar a ovulação, não é o ideal para prever quando vais ovular, já que a subida de temperatura só acontece depois da ovulação. Portanto, é crucial combinar a TBC com outros sinais de fertilidade, como o muco cervical. Além disso, fatores como doença, stress, consumo de álcool ou padrões de sono irregulares podem influenciar a TBC, dificultando a interpretação dos dados. Portanto, é crucial procurares o acompanhamento de uma instrutora certificada no método de fertilidade natural que gostarias de explorar.   A monitorização da temperatura basal do corpo é uma forma natural e eficaz de compreender melhor o teu ciclo menstrual e os teus dias férteis. Ao registares diariamente a tua TBC, podes confirmar a ovulação e ganhar maior controlo sobre a tua fertilidade, seja para tentar engravidar ou para evitar uma gravidez. Com prática e consistência, esta ferramenta simples pode fornecer-te informações valiosas sobre a tua saúde reprodutiva.

Sabias que o Muco Cervical pode revelar os teus dias mais férteis?

A observação do muco cervical é uma das ferramentas mais eficazes e naturais para entender o teu ciclo de fertilidade, sendo fundamental para o processo reprodutivo. Ele desempenha um papel na filtragem dos espermatozoides e atua como um meio de transporte e nutrição, ajudando os espermatozoides a sobreviver e a viajar pelo trato reprodutivo feminino. Durante o ciclo menstrual, os níveis hormonais variam, influenciando diretamente a quantidade e a consistência do muco cervical. Compreender estas mudanças é essencial para identificar os dias de maior e menor fertilidade.   Muco Cervical ao Longo do Ciclo Logo após a menstruação é comum não verificar a presença de muco cervical devido aos baixos níveis de estrogénio. Durante a fase folicular, a produção de estrogénio aumenta, sendo possível observar um aumento gradual da elasticidade do muco cervical, sinalizando fertilidade. Na fase da ovulação, o muco atinge um pico, ou seja, um ponto de viragem na sua consistência. Após este evento (fase lútea), os níveis de estrogénio descem e os de progesterona sobem, o que leva a uma nova transição da elasticidade do muco que agora se encontra seco, pegajoso e não-elástico, sinalizando o fim do período fértil.   A observação do muco cervical requer prática e atenção aos detalhes, mas oferece uma poderosa visão sobre o funcionamento do teu corpo e da tua saúde reprodutiva. Identificar as mudanças na sua consistência ajuda-te a determinar os teus dias mais férteis e a aumentar as tuas hipóteses de conceção ou, se preferires, evitar uma gravidez. Contudo, a meu ver, não é suficiente! A temperatura corporal basal deve ser utilizada em simultâneo com a observação do muco cervical para abrires e fechares a tua janela fértil de uma forma segura, fornecendo uma imagem mais completa do teu ciclo menstrual. No próximo artigo falaremos um pouco mais sobre temperatura corporal basal. Até lá desafio-te a conheceres o teu padrão único de muco cervical!

Sabes reconhecer os sinais que o teu corpo te oferece sobre a tua Fertilidade?

Compreender os sinais e sintomas de fertilidade que o teu corpo te oferece ao longo do ciclo menstrual é essencial para a tua saúde reprodutiva e para a tua saúde em geral!   Sinais Primários de Fertilidade Os sinais primários de fertilidade devem ser utilizados em simultâneo para confirmar a ovulação. Estes sinais incluem: Muco Cervical: Quando te aproximas da ovulação, o teu muco cervical torna-se mais claro, elástico e escorregadio. Este muco facilita a sobrevivência e a viagem dos espermatozóides até ao óvulo. Após a ovulação, o muco torna-se mais seco, pegajoso e não-elástico, formando uma barreira que impede a entrada dos espermatozóides no útero. Temperatura Basal do Corpo (TBC): Antes da ovulação, a tua TBC é relativamente baixa. Após a ovulação, a progesterona faz com que a temperatura suba ligeiramente.   Em alternativa ao Muco Cervical podemos utilizar a Posição do Colo do Útero como sinal primário de fertilidade. Durante o período fértil, o teu colo do útero fica mais macio, alto e aberto, facilitando a passagem dos espermatozóides. Após a ovulação, o colo do útero fecha-se, enrije-se e desce para o canal vaginal.   Sinais Secundários de Fertilidade Os sinais secundários de fertilidade dão-te mais informações sobre o teu ciclo menstrual e, em conjunto com os sinais primários de fertilidade, podem ajudar-te a identificar a ovulação. Estes sinais incluem: Pico de Hormona Luteinizante (LH): A LH desencadeia a libertação do óvulo. Usar kits de ovulação para detetar este pico pode indicar que a ovulação está prestes a acontecer. Alterações na Libido: Muitas mulheres notam um aumento do desejo sexual durante o período fértil, devido às mudanças hormonais. Flutuações de Humor: As mudanças hormonais ao longo do ciclo podem influenciar o teu humor. Sensibilidade Mamária: Algumas mulheres sentem os seios mais sensíveis durante a ovulação. Dor de Ovulação: Algumas mulheres sentem uma dor ligeira no abdómen durante a ovulação, que pode indicar a libertação do óvulo.   Reconhecer e acompanhar estes sinais pode ajudar-te a identificar os teus dias mais férteis, aumentando as tuas hipóteses de engravidar ou evitar a gravidez, conforme os teus objetivos. Para além disso, ajuda-te a perceber quais os fatores do teu estilo de vida que podem influenciar a tua saúde reprodutiva, promovendo escolhas mais saudáveis e uma vida mais equilibrada!

Como construir o músculo da gratidão?

Construir o músculo da gratidão é fácil de fazer, mas é preciso um pouco de prática para o dominar. Ao estarmos mais conscientes daquilo por que estamos gratas, podemos encontrar ainda mais razões para nos sentirmos gratas. Como podes aumentar esta consciência? 1.   ​Se ainda não tens um diário da gratidão, começa o teu já hoje! Escreve 5 coisas pelas quais estás grata ao levantar ou ao deitar. Pode ser “tão pequeno” como aqueles sapatos novos ou “tão grande” como uma cirurgia bem-sucedida. 2.   ​Escreve uma carta de agradecimento a alguém ou a ti própria. 3.   ​Disfruta de tempo de qualidade com as pessoas de quem mais gostas, sentir-te-ás grata por tê-las na tua vida. 4.   ​Passa tempo na natureza. Passar tempo ao ar livre não é apenas uma boa oportunidade para absorver vitamina D, é um momento perfeito para praticar a gratidão. Olha para a beleza que te rodeia, absorve os sons e os cheiros do ar livre. 5.   ​Faz voluntariado. 6.   ​Compromete-te a 1 dia por semana sem queixas! Evita queixares-te de tudo e mais alguma coisa durante 1 dia inteiro. Em vez disso, identifica coisas pelas quais estás grata mesmo em situações frustrantes. Se tiveres de cancelar planos para terminar um projeto de trabalho, concentra-te na sorte que tens em ter trabalho que te permite pagar a concretização dos teus sonhos. 7.   ​Em vez de dizeres “obrigada” de forma distraída, explica o porquê de estares agradecida, agradece realmente! Agradece ao condutor do teu autocarro, à pessoa que te serve o café de manhã ou ao colega que te segura a porta do elevador. Reconhece as pessoas que fazem a diferença no teu dia. Lembra-te – “Quanto mais agradeces, mais a vida te dá para agradecer”.

Qual o impacto da prática da Gratidão no teu ciclo menstrual?

Mudar a forma como pensas pode ter um efeito profundo na forma como te sentes e no teu bem-estar geral. A Gratidão, uma poderosa ferramenta emocional, funciona através do envolvimento de emoções positivas que têm benefícios físicos diretos para a tua saúde feminina, e alteram a forma como percebes e interpretas o teu dia-a-dia. Durante a fase pré-menstrual, por exemplo, várias mulheres reportam sintomas como irritabilidade, cólicas e alterações de humor, os quais podem ser reduzidos com a prática da gratidão. Sabias que a área do cérebro associada à gratidão está também ligada ao alívio do stress e da dor? A pesquisa mostra que emoções positivas, como as geradas pela gratidão, podem atenuar os sintomas pré-menstruais e melhorar o teu estado de espírito. Além disso, a gratidão está associada a níveis mais elevados de felicidade, o que pode ser especialmente benéfico durante o teu período menstrual. Sentires-te grata pelos aspetos positivos da tua vida, mesmo durante estes dias mais desafiadores, melhora a tua resiliência emocional e a tua capacidade para lidar com desconfortos físicos associados ao período menstrual. Estudos demonstraram que a gratidão pode diminuir a tua pressão arterial, fortalecer o teu sistema imunitário e reduzir os teus níveis de cortisol (a hormona do stress). Reduzir os níveis de cortisol é particularmente importante para as mulheres, pois o cortisol em excesso pode afetar negativamente o ciclo menstrual e a saúde reprodutiva, além de estar associado a condições como a síndrome do ovário policístico (SOP) ou irregularidades menstruais. A melhoria da qualidade do sono, também influenciada pela gratidão, é crucial para a tua saúde, pois o sono adequado desempenha um papel vital na regulação hormonal e na gestão do stress. Lembra-te que a tua saúde é holística, e portanto, cuidar da tua saúde mental e emocional através da gratidão tem reflexos positivos em todos os aspetos da tua vida. Começa já hoje a cultivar a gratidão na tua vida e experimenta os benefícios em todas as áreas da tua saúde e do teu bem-estar feminino! Escreve no teu diário 3 a 5 coisas pelas quais estás grata hoje, e faz desta prática uma rotina diária. É um passo simples, mas com impactos profundos na tua jornada de saúde e felicidade!

Práticas de 1 minuto ou 1 hora para o teu Bem-Estar Feminino

Encontrar tempo para o auto-cuidado pode parecer desafiador, contudo apenas 1 minuto de práticas simples pode afetar de forma positiva a tua saúde feminina, especialmente durante a segunda fase do teu ciclo menstrual – a fase lútea. Respiração Consciente: Ao dedicar 1 minuto do teu dia para te focares na tua respiração, estás a ativar o sistema nervoso parassimpático, responsável pelo relaxamento do corpo. Esta prática é uma aliada poderosa para lidar com o stress e as flutuações emocionais durante o ciclo menstrual, pois ajuda a reduzir a produção de cortisol (a hormona do stress). Gratidão: A prática da gratidão regular fortalece a tua saúde mental de várias formas. Estudos mostram que a prática da gratidão está associada a uma diminuição da depressão e ansiedade, além de promover emoções positivas que contribuem para uma perspetiva mais equilibrada e positiva durante os desafios do ciclo menstrual. Alongamentos: A prática de 1 minuto de alongamentos diários não apenas melhora a postura e flexibilidade, mas também ajuda a aliviar a tensão muscular. Durante o período menstrual, estes alongamentos podem reduzir cólicas e dores lombares, proporcionando um maior conforto e bem-estar físico.   Para períodos mais longos, como 1 hora, considera: Atividades ao ar livre – A exposição ao sol estimula a produção de vitamina D, essencial para o equilíbrio hormonal e a saúde óssea. Além disso, estar em contacto com a natureza reduz o stress e melhora o humor, graças aos efeitos positivos da luz solar na produção de neurotransmissores como a serotonina (hormona da felicidade). Organização – Um ambiente organizado contribui para uma mente mais clara e focada. Durante o ciclo menstrual, um espaço tranquilo pode ajudar a reduzir o stress e a ansiedade, criando um ambiente propício para o relaxamento e auto-cuidado. Desconexão digital – Reduzir o tempo dedicado à tecnologia pode melhorar a qualidade do sono e diminuir os níveis de ansiedade e irritabilidade. O uso excessivo de dispositivos eletrónicos está associado a distúrbios do sono e impactos negativos na saúde mental. Momentos de Prazer e Bem-Estar Geral – Reservar 1 hora do teu dia para atividades prazerosas não só proporciona um alívio natural para as demandas físicas e emocionais do ciclo menstrual, mas também contribui para um maior bem-estar geral, promovendo a libertação de endorfinas que melhoram o humor.   Ao incorporar estas práticas no teu dia a dia, mesmo que em pequenos intervalos de tempo, crias um ambiente propício a um ciclo menstrual mais equilibrado e tranquilo, e uma melhor qualidade de vida.

Como a Alimentação influencia o teu Ciclo Menstrual?

A influência da alimentação no teu ciclo menstrual vai muito além do simples ato de comer. O que escolhes colocar no teu prato pode desempenhar um papel vital na regulação hormonal e no funcionamento do teu sistema reprodutor. Equilíbrio Hormonal através do Microbioma Intestinal: O microbioma intestinal é um ecossistema complexo de bactérias que desempenha um papel crucial na tua saúde hormonal. Optar por uma alimentação rica em fibras, alimentos fermentados e prebióticos não só promove um microbioma intestinal saudável, como também influencia positivamente a produção e o equilíbrio hormonal. Estudos mostram que uma dieta variada e nutritiva pode contribuir para níveis hormonais mais estáveis ao longo do ciclo menstrual. Por outro lado, uma dieta rica em gorduras saturadas e açúcares refinados pode levar a desequilíbrios hormonais. Regularidade do Ciclo Menstrual: As tuas escolhas alimentares podem afetar diretamente a regularidade do teu ciclo menstrual. Dietas desequilibradas, com excesso de calorias vazias e baixo teor de nutrientes, podem levar a irregularidades menstruais, como ciclos mais curtos ou mais longos. Por outro lado, uma dieta equilibrada e saudável, composta por alimentos integrais, frutas, vegetais e proteínas magras, pode ajudar a manter a regularidade do teu ciclo menstrual e a saúde do teu sistema reprodutor. Alívio da Tensão Pré-Menstrual (TPM): A Tensão Pré-Menstrual (TPM) é uma realidade para muitas mulheres, mas a alimentação pode desempenhar um papel importante na redução destes sintomas. Alimentos ricos em gorduras saturadas e açúcares refinados podem aumentar a inflamação no corpo, contribuindo para cólicas mais intensas e dores durante o período menstrual. Por outro lado, incluir alimentos ricos em ômega-3, como peixes gordurosos, sementes de chia e nozes, na tua dieta pode ter propriedades anti-inflamatórias e ajudar a reduzir os sintomas associados à TPM.   Em conclusão, uma abordagem alimentar consciente e equilibrada, combinada com um estilo de vida saudável que inclua exercícios regulares e gestão do stress, pode ter um impacto significativo na tua saúde hormonal e no teu ciclo menstrual. Escolher alimentos que promovam o equilíbrio hormonal, a regularidade do ciclo e o alívio da TPM é uma forma poderosa de cuidar de ti mesma e da tua saúde ao longo do ciclo menstrual.

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